Um amigo pra rir de qualquer besteira...
Um amigo pra chorar as mágoas do dia a dia...
Um amigo pra contar as verdades que a gente se esconde...
Um amigo pra criticar os seus silêncios...
Um amigo pra ajudar a crescer...
Um amigo pra não te deixar cair...
São muitos amigos... Um pra cada situação... Pra cada fase da vida... Pra cada nostalgia... Mas sempre vai haver um que estará pra sempre no seu coração como aquele MELHOR amigo que te acompanhou... Naqueles dias, semanas, meses, anos...
Melhores amigos nunca deixam de ser amigos pra quem os amou de um jeito tão especial... Melhores amigos moram de pantufas no coração da gente!
A vida vai passar... A relação pode se estreitar e se afastar... Mas um melhor amigo estará sempre pronto pra ouvir, abraçar e consolar.
O cultivar de um melhor amigo nunca será feito em palavras... É sempre uma construção de emoções e sentimentos... É uma conjunção atemporal de abraços apertados e gargalhadas inesgotáveis.
O amor de um amigo é um bem preciso... Ele vem de quem optou por chegar, estar e permanecer... O amor de um melhor amigo é uma aliança que levamos pra vida.
O pensamento é tão amplo quanto o espaço, mas ele não deve fazer com que nos perdamos na imensidão, deve servir pra que nos encontremos na intimidade do nosso eu singular!
terça-feira, 23 de agosto de 2016
quinta-feira, 21 de julho de 2016
Que falta faz uma paixão...?!
Um pôr do sol na praia, um lanche no fim da tarde, um cafuné num domingo nublado...
Um beijo de bom dia, um abraço safado, uma mensagem carinhosa...
Um ideal, um porto seguro, uma companhia...
É em surtos e nostalgia que nos pegamos pensando no que e no quanto aquele sentimento faz falta. É como se por alguns instantes a solidão nos atravessasse como ventos gélidos de outono. É como se instantaneamente toda a incerteza do dia a dia nos arrebatasse e nos acorrentasse nos confins do nosso subconsciente. E tudo fica preto e branco, e tudo silencia...
Um amor aquece, mas só uma paixão incendeia. Uma paixão liberta, ativa, rejuvenesce. Um amor traz paz e a paixão movimenta a própria zona de conforto. O amor alivia, a paixão anestesia.
Ano após ano as paixão tem o poder de comover, de reorientar, de nos trazer de volta a humanidade em toda sua graça e potencia. Feliz de quem pode se apaixonar novamente a cada dia, seja pela mesma pessoa, seja por uma outra, seja por si mesmo. Despertar cada brilho nos olhos que só um sentimento bem curtido traz.
Domine os princípios, permaneça em sintonia, permita-se. Apaixonar-se pode transformar a vida numa ilha ensolarada sob um oceano em tempestade.
Um beijo de bom dia, um abraço safado, uma mensagem carinhosa...
Um ideal, um porto seguro, uma companhia...
É em surtos e nostalgia que nos pegamos pensando no que e no quanto aquele sentimento faz falta. É como se por alguns instantes a solidão nos atravessasse como ventos gélidos de outono. É como se instantaneamente toda a incerteza do dia a dia nos arrebatasse e nos acorrentasse nos confins do nosso subconsciente. E tudo fica preto e branco, e tudo silencia...
Um amor aquece, mas só uma paixão incendeia. Uma paixão liberta, ativa, rejuvenesce. Um amor traz paz e a paixão movimenta a própria zona de conforto. O amor alivia, a paixão anestesia.
Ano após ano as paixão tem o poder de comover, de reorientar, de nos trazer de volta a humanidade em toda sua graça e potencia. Feliz de quem pode se apaixonar novamente a cada dia, seja pela mesma pessoa, seja por uma outra, seja por si mesmo. Despertar cada brilho nos olhos que só um sentimento bem curtido traz.
Domine os princípios, permaneça em sintonia, permita-se. Apaixonar-se pode transformar a vida numa ilha ensolarada sob um oceano em tempestade.
sábado, 23 de janeiro de 2016
Ego e a insistência
Não há ego que resista há um dia-a-dia, uma rotina bem estabelecida, uma pressão insistente. Bom, na verdade, há sim, aliás, os grandes egos eles resistem, e resistem da mais contundente forma possível, resistem eliminando adversários.
Instituir relações saudáveis depende continuamente de ceder. E ceder nunca foi a opção número um do ego. Ao mesmo tempo o estresse e a colisão sistemática também não costumam ser bons amigos do nosso ser etéreo pessoal. Nesse universo a eliminação de adversários leva invariavelmente a escolha mais direta, solidão.
Ser racional demanda uma energia constante, planejamento pessoal, capacidade adaptativa, aprovisionamento futuro. A racionalidade em si é um dom e um fardo. Quem não padece desta condição costuma enxergar o panorama como degradante, insensível e desconstrutor, mas na verdade é apenas um outro lado de uma mesma balança. O ser razão pode nos conduzir a caminhos diversos, o que diverge ao fim nos ângulos tênues são as interpretações dos embates de ego.
Levando a frente a teoria estabelecida, a discussão passa a ser o meio termo pacífico que satisfaz ao ego e satisfaz ao social. É o ponto em que o impulso positivo das relações é capaz de suprimir os danos potenciais relativos. No entanto só os racionais são capazes de repelir os instintos e executar algo mais complexo que o constante morde/assopra da emocionalidade.
Junto ao Karma, vêm a sapiência social, que cobra uma postura cada vez mais resiliente, o que tensiona o ego ponto após ponto. Essa tesão leva constantemente questão de permanecer ou interromper os ciclos. E essa decisão estabelece uma aura de poder que vai contaminando o dia a dia de que vivencia esse dom.
Nesse caminho de tensão do Ego cada bom momento e cada boa memória aliviam a pressão dos pontos de conflito e só os racionais são capazes de absorver e drenar essas linhas energéticas. Na contrapartida a insistência acaba por manter uma discussão interna constante, de valor e de prazer.
Ponto final dessa discussão acaba por ser a eterna luta entre o Ego destrutivo e o amor próprio protetor, no qual o ponto médio dita o capacidade de se manter saudável. A dica que fica é a importante insistência do dia-a-dia, e a não menor necessidade de reavaliação constante. Se respeitar é respeitar o outro, mesmo quando parece pesado é preciso tomar decisões e interromper ciclos destrutivos!
Instituir relações saudáveis depende continuamente de ceder. E ceder nunca foi a opção número um do ego. Ao mesmo tempo o estresse e a colisão sistemática também não costumam ser bons amigos do nosso ser etéreo pessoal. Nesse universo a eliminação de adversários leva invariavelmente a escolha mais direta, solidão.
Ser racional demanda uma energia constante, planejamento pessoal, capacidade adaptativa, aprovisionamento futuro. A racionalidade em si é um dom e um fardo. Quem não padece desta condição costuma enxergar o panorama como degradante, insensível e desconstrutor, mas na verdade é apenas um outro lado de uma mesma balança. O ser razão pode nos conduzir a caminhos diversos, o que diverge ao fim nos ângulos tênues são as interpretações dos embates de ego.
Levando a frente a teoria estabelecida, a discussão passa a ser o meio termo pacífico que satisfaz ao ego e satisfaz ao social. É o ponto em que o impulso positivo das relações é capaz de suprimir os danos potenciais relativos. No entanto só os racionais são capazes de repelir os instintos e executar algo mais complexo que o constante morde/assopra da emocionalidade.
Junto ao Karma, vêm a sapiência social, que cobra uma postura cada vez mais resiliente, o que tensiona o ego ponto após ponto. Essa tesão leva constantemente questão de permanecer ou interromper os ciclos. E essa decisão estabelece uma aura de poder que vai contaminando o dia a dia de que vivencia esse dom.
Nesse caminho de tensão do Ego cada bom momento e cada boa memória aliviam a pressão dos pontos de conflito e só os racionais são capazes de absorver e drenar essas linhas energéticas. Na contrapartida a insistência acaba por manter uma discussão interna constante, de valor e de prazer.
Ponto final dessa discussão acaba por ser a eterna luta entre o Ego destrutivo e o amor próprio protetor, no qual o ponto médio dita o capacidade de se manter saudável. A dica que fica é a importante insistência do dia-a-dia, e a não menor necessidade de reavaliação constante. Se respeitar é respeitar o outro, mesmo quando parece pesado é preciso tomar decisões e interromper ciclos destrutivos!
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