É difícil não olhar pra trás e apontar com rapidez pelo menos algumas grandes falhas de escolha que cometemos. Momentos que escolhemos solidão e deveríamos ter pedido colo, momentos que precisávamos de silêncio e optamos por uma enchurrada de palavras. Mas com o olhar do hoje não se pode julgar o ontem, pois ontem eramos diferentes e nossas escolhas nos definem também ao longo do tempo, tanto pro presente quanto pro futuro.
É gratificante enxergar que algumas poucas escolhas certas, aliadas a um certo grau de empenho, podem nos conduzir aos momentos mais felizes que jamais imaginamos viver. Ao mesmo tempo pode-se dizer que também, algumas delas erradas, nos trouxeram arrependimentos e tristezas que não se foram com a mesma facilidade. Sempre haverão os dois lados e somente os tolos e os inconsequentes não se arrependem.
Por hoje parei de focar meu olhar no copo-meio-vazio e vou tentar absorver um pouco de um espírito de auto-indulgência. Ás vezes as escolhas não são feitas pela razão e é muito importante que isso aconteça. Desistir é mais difícil que tentar em grande parte das vezes.
O desafio de viver é reviver as escolhas. Não podemos nos responsabilizar por chegar a ponto algum, porque por vezes a correnteza é demasiado intensa para que se possa lutar indefinitamente contra ela, mas somos completamente responsáveis por permanecer estagnados em qualquer aspecto que nos incomode. Somente refazendo escolhas refazemos o caminho.
Por vezes certas escolhas serão considerdas pelos que estão a nossa volta como bruscas, precipitadas ou desproporcionais, mas se há um grande sentimento de que são necessárias para aquele momento não devem haver arrependimentos. A memória da razão é efêmera, mas a do coração é quase eterna.
É provável que eu venha a me arrepender no futuro de algumas escolhas que fiz hoje, mas no passado também fiz escolhas das quais naõ me felicito agora. No fim o importante é seguir em frente e tentar fazer o melho, ainda que não seja o mais fácil!
Same Mistake
So while I'm turning in my sheets And once again, I cannot sleep Walk out the door and up the street Look at the stars beneath my feet Remember rights that I did wrong So here I go
Hello, hello
There is no place I cannot go My mind is muddy but My heart is heavy, does it show I lose the track that loses me So here I go
And so I sent some men to fight, And one came back at dead of night, said "Have you seen my enemy?" said "he looked just like me" So I set out to cut myself And here I go
I'm not calling for a second chance, I'm screaming at the top of my voice, Give me reason, but don't give me choice, Cause I'll just make the same mistake again,
Hello, hello
There is no place I cannot go My mind is muddy but My heart is heavy, does it show I lose the track that loses me So here I go
And so I sent some men to fight, And one came back at dead of night, said "Have you seen my enemy?" said "he looked just like me" So I set out to cut myself And here I go
I'm not calling for a second chance, I'm screaming at the top of my voice, Give me reason, but don't give me choice, Cause I'll just make the same mistake again,
And maybe someday we will meet And maybe talk and not just speak Don't buy the promises 'cause There are no promises I keep, and my reflection troubles me so here I go
I'm not calling for a second chance, I'm screaming at the top of my voice, Give me reason, but don't give me choice, Cause I'll just make the same mistake (REPEAT) again
So while I'm turning in my sheets And once again, I cannot sleep Walk out the door and up the street Look at the stars Look at the stars, falling down, And I wonderwhere, did I go wrong.
I'm not calling for a second chance, I'm screaming at the top of my voice, Give me reason, but don't give me choice, Cause I'll just make the same mistake (REPEAT) again
So while I'm turning in my sheets And once again, I cannot sleep Walk out the door and up the street Look at the stars Look at the stars, falling down, And I wonderwhere, did I go wrong.
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